SLIDES - EEMAS

HOMENAGEM ÀS MÃES DA EEMAS

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A ESCRAVIDÃO DA PRÉ- HISTÓRIA A ATUALIDADE

Na concepção dos Historiadores a origem da escravidão humana é um fato histórico que ocorreu devido os conflitos entre tribos rivais por volta de 8.000 a.C. na região do “crescente fertil” no Oriente. onde localiza-se os atuais países Israel, Jordânia e Líbano bem como parte da síria do Iraque do sudeste da Turquia e sudeste do Irã. E expandiu-se no mundo durante a Pré História: período que vai do surgimento do homem na terra até a invenção da escrita na Mesopotâmia em 4 mil a.C. Época em que os Homens viviam da caça, da pesca e da coleta de frutos a terra pertencia a todos e quando cultivavam a terra produziam apenas o necessário para sobreviver com o aumento da população as relações sociais ficaram mais tensas havia a necessidade de produzir mais alimentos em uma área mais ampla e pode ter decorrido da domesticação dos animais (Rebanho bovino) por esses motivos quando as tribos se guerreavam, os grupos vencedores passaram a aprisionar as pessoas mais capazes dos grupos vencidos para obrigá-los a trabalhar, a forma mais comum de escravidão registrada na história universal tem origem a partir da relação de forças entre conquistadores e conquistados os vencidos eram submetidos à servidão e ao poder de um determinado conquistador. A escravidão é a prática social em que um ser humano assume direitos de propriedade sobre outro designado prá ser escravo, e impõem condições por meio da força. Em algumas sociedades, desde os tempos mais remotos, os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria.Considerado propriedade de seu dono. Os preços variavam conforme as condições físicas, habilidades profissionais, a idade, a procedência e o destino. A primeira guerra registrada na história ocorrida por volta de 2.700 a.C. Entre tribos que habitavam na região dos atuais países Iran e Iraque. A tribo vencedora escravizava os habitantes da tribo perdedora. E posterior em 2525 a.C na cidade Estado Lagash localizada na Suméria no sudeste do Iraque nesta época os centros urbanos viviam em constante rivalidade pelo domínio econômico territorial e político. Após o término de uma guerra, os habitantes que perdiam eram obrigatoriamente escravos da cidade vencedora. Com o surgimento das nações e dos grandes impérios da História universal quando havia um conflito o Governo vitorioso escravizava os habitantes do país perdedor que não recebiam remuneração pelo trabalho prestado e não tinham liberdade de expressão. O dono podia comprar vender, presentear ou trocar por uma dívida, sem que o escravo exercesse qualquer direito e contestação pessoal. No entanto não era em todas as sociedades que o escravo era visto como mercadoria: na Idade Antiga, os hílotas escravos de Esparta, Cidade Estado da Grécia antiga, não podiam ser vendidos, trocados ou comprados, pois eles eram propriedade do Estado espartano, que podia conceder a proprietários o direito de uso de alguns hilotas. A escravidão era uma situação aceita e logo tornou-se essencial para a economia e para a sociedade de todas as sociedades antigas embora fosse um tipo de organização muito pouco produtivo. A Mesopotâmia, a China os antigos egípcios e hebreus utilizaram escravos. Para os gregos, tanto as mulheres como os escravos não possuíam direito de voto.


Na Grécia Antiga havia diversas formas de uma pessoa torna-se escrava. A mais comum era através da captura em guerras. Várias cidades gregas transformavam o prisioneiro em escravo. E vendiam como mercadorias para os produtores rurais. Esparta,era uma cidade que vivia em constantes guerras internas, devido o grande número de escravos a lei permitia aos soldados em formação matarem os escravos nas ruas. Além de ser uma forma de treinar o futuro soldado, controlava o excesso de escravos na cidade. Com a invenção da moeda de metal no século VII a.C. na Lidia em seguida na Grécia. Em algumas cidades-estado gregas havia a escravidão por dívidas. È uma forma de se pagar a o credor algum tipo de empréstimo através do trabalho direto, ao invés de se usar dinheiro ou bens.. Em Atenas, este tipo de escravidão foi extinto somente no século VI a.C, após as reformas sociais promovidas pelo legislador Sólon. A mão-de-obra escrava era à base da economia da Grécia Antiga. Os trabalhos manuais, principalmente os pesados, eram rejeitados pelos cidadãos gregos. Que valorizavam apenas as atividades intelectuais, artísticas e políticas. Os trabalhos nos campos, nas minas de minérios, nas olarias e na construção civil, eram executados por escravos que atuavam nos serviços de limpeza, preparavam a alimentação e cuidavam dos filhos de seu proprietário. 

Em sua origem, principalmente de prisioneiros de guerra. Trabalhadores em serviços variados: nas casas, nas pedreiras, nas minas dentro do lar possuíam uma condição de vida bem melhor que os outros escravos.

Na Roma Antiga, a escravidão não era baseada na raça.Os escravos eram capturados por toda a Europa. Na Itália, a maioria dos escravos eram italianos. Tornava-se escravo por dívida, prisioneiro de guerra, por atos de pirataria ou por mau comportamento cívico.Uma criança nascida de mãe escrava tornava-se também escrava. Os romanos consideravam a escravidão como infame, e um soldado romano preferia suicidar-se antes de ser escravo de um povo bárbaro, “não romano.” o escravo romano também poderia exercer diferentes funções, podendo adquirir a sua liberdade, não era permitido exercer nenhum cargo político. O senhor de escravo romano tinha por obrigação alimentar bem seu escravo e mantê-lo bem vestido. Não era permitido o castigo ao escravo até a morte, caso alguém o insistisse, poderia ser julgado por assassinato, podia conceder-lhe a liberdade sem pagar indenização. Um grande número de soldados do antigo Império Romano eram ex-escravos. A extensão territorial do império Romano variou durante sua história, mas no seu ápice englobou os territórios dos modernos Estados da Alemanha, Áustria, Suíça, Liechtenstein, Luxemburgo, República Tcheca, Eslovênia, Bélgica, Países Baixos e grande parte da Polônia, França e Itália. Na maior parte da sua história, o império consistiu de centenas de pequenos reinos, principados, ducados, condados, Cidades livres imperiais, e outros domínios. Eram obrigados a abandonar as suas terras, eram expulsos por dívidas, indo ampliar grande parte da sua existência o Sacro Império Romano-Germânico não incluiu a cidade de Roma em seus domínios, e recebeu este nome em homenagem as glórias e ao poder que o Império Romano deteve em quase todo o continente europeu.No império Romano o aumento de riqueza realizava-se mediante a conquista de novos territórios,capazes de fornecer escravos em maior número e mais impostos ao fisco,(atividades tributárias, económicas e patrimoniais).Contudo, arruinavam os pequenos proprietários livres, que possuíam propriedades cultivadas por mão de obra escrava.

Os escravos egípcios formavam um grupo social pequeno diante do conjunto da população, constituído, nos campos. As condições de vida dos escravos variavam de acordo com o tipo de atividade que exerciam. Os escravos domésticos viviam melhores do que, os escravos das minas e das pedreiras. Embora "pertencesse" a outra pessoa, o escravo egípcio era considerado um ser humano e não uma "mercadoria". Ele podia adquirir propriedade, testemunhar em tribunais e casar-se com pessoa livre. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e recebiam por seu trabalho, água e alimento. A quantidade de escravos teve um aumento considerável, não tendo mais apenas como característica, a escravidão por guerra, este número de escravos ainda era insuficiente para a realização das colheitas, realizações de obras públicas e todas as outras atividades que necessitasse de uma grande quantidade de mão-de-obra. Todas as servas podiam possuir bens e terras e legá-los livremente aos seus filhos. O trabalho alugado – era prática corrente no Egito. 

A corvéia – forma de requisição de trabalhadores nas grandes obras ou nas vastas explorações agrícolas em certos períodos. As pessoas que trabalhavam como criados eram pagas por sua competência, as tarifas eram livres. O único caso de trabalho obrigatório, não livre, era para os prisioneiros de guerra. Uma vez adquirida a liberdade, muitos ex prisioneiros integravam-se na sociedade.

A escravidão tem existido praticamente por toda a extensão da história humana. Costumes culturais não têm permanecido estagnados ao longo dos séculos, e atitudes em relação à escravidão mudaram junto com eles. Movimentos abolicionistas eram raros antes do século XVIII. Encontramos a primeira e mais notável exceção registrada no livro do Êxodo do Antigo Testamento. As leis do Antigo Testamento ajudaram a determinar o tratamento humano dos escravos. No entanto, no Egito os israelitas serviram principalmente como construtores de tijolos e estavam sujeitos a condições severas. Moisés libertou da escravidão no Egito cerca de 600.000(seiscentos mil) homens israelitas e suas famílias.

Em Êxodo 2: 23, a Bíblia relata que os Israelitas sofreram muito como escravos no Egito. Eles clamaram a Deus para resgatá-los, e Deus ouviu. Escolheu um homem entre os judeus por nome Moisés para ajudar a livrar o Israel da escravidão. Ao contrário de Abraão, que obedeceu ao chamado de Deus, Moisés a primeiramente tentou convencer o Senhor usar outra pessoa. (Êxodo 4: 1-14). Deus mostrou a Moisés que seria Deus, e não Moisés, quem realmente iria forçar a mão de Faraó a libertar os escravos judeus. Moisés seria apenas o mensageiro de Deus. Moisés voltou a Faraó com um segundo pedido que o Faraó libertar os escravos judeus. Desta vez, porém, Moisés levou consigo um aviso de Deus: Se Faraó não concordaria em libertar os israelitas,:Deus enviaria uma série de nove pragas no Egito: a destruição de pragas, doenças e escuridão.Surpreendentemente, mesmo após os horríveis efeitos de todas estas pragas, Faraó ainda se recusava a acreditar no poder de Deus e ele não libertaria os judeus.(Êxodo7:15-Êxodo11-12).Foi somente após a décima praga(Êxodo 12:29) que Faraó finalmente concordou em dar liberdade aos escravos no Egito. O exército egípcio perseguiu os israelitas do Mar Vermelho, pensando que eles tinham ficado presos na água (Êxodo 14-21). Deus ordenou a Moisés levantar seu cajado acima da água. Milagrosamente, as águas do mar se dividiram em dois tendo uma parede a direita e outra a esquerda : Isso deixou os judeus atravessaram o mar, caminhando por uma estrada seca. Quando o exército de Faraó tentou cruzar a mesma estrada, o mar caiu em ambos os lados, afogando-os todos. Finalmente, o povo de Israel estava livre da escravidão.

Um hebreu poderia servir por apenas 7 anos ............................................................. Êxodo 21-2

Servidão permanente tinha que ser voluntário........................................................ Êxodo 21.5-6

Regulação da venda de filhas hebréias.............................................................. Êxodo 21.7-11

Pena de morte para traficantes de pessoas............................................................... Êxodo 21.16

Morte de um escravo sujeito a punição............................................................... Êxodo 21.20-21

Se o mestre ferir o seu servo de forma permanente deverá libertá-lo.-- Êxodo 21. 26 e 27

Escravos e mestres são igualmente humanos. ........................................................... Jó 31. 13-15

Criar escravos delicadamente. ............................................................................ Provérbio 29-21

Judá foi destruída por trazer seus escravos de volta............................................. Jeremias 34-11 

Normalmente, a idéia que se tem de escravidão na África é a relacionada com a do escravo tirado de terras africanas. É claro que o número de pessoas retiradas de sua terra natal e levadas a outras partes do mundo faz parte de uma das maiores atrocidades registradas na História universal em mais de III séculos, saíram da África, para o Brasil mais de 3 milhões de escravos. Infelizmente, muitos africanos também tiveram sua parcela de contribuição no trafico de escravos. Os Europeus contaram com a colaboração dos africanos ”caçadores” de Escravos em todas as regiões, que penetravam no interior dos países à procura de escravos que, em muitos casos, eram vendidos por outros africanos. Esses escravos poderiam ser de uma mesma tribo ou, na maioria das vezes, eram capturados de outras tribos em guerras sem fim. Muitos países africanos tinham toda uma economia baseada no tráfico de escravos. Os próprios africanos praticavam a escravidão. A realidade de um escravo doméstico era diferente do sistema adotado no ocidente que se dizia (e ainda se diz cristã) a civilização desde o Egito Antigo escravos africanos eram disputados nas casas reais, mas a submissão do comércio humano só ocorreu por volta de 700 d.C., quando os prisioneiros capturados nas guerras santas que expandiram o Islã da Arábia pelo Norte da África e através da região do Golfo Pérsico eram vendidos e usados como escravos. Durante os três impérios medievais do Norte da África do ( Séc. X ao XV), o comércio de escravos foi largamente praticado. A escravidão foi à forma mais comum que árabes e europeus encontraram para explorar os povos africanos, que não tinham desenvolvido economias fortes nem tampouco armas que pudessem afastar á escravidão na áfrica teve inicio nas inúmeras tribos e etnias que povoaram (e até hoje povoam) a região, originalmente havia guerras entre as tribos rivais, por território, por alimento, por poder. Os vencidos eram mortos ou feitos escravos pela tribo vencedora, que crescia e se tornava, mas fortes.

A escravidão no Brasil teve início no século XVI, o transporte era feito da África para o Brasil nos navios é marcada principalmente pela exploração da mão de obra negra, trazida do continente africano e transformada em escravo no Brasil, pelos europeus colonizadores do País. Mas é necessário ressaltar que muitos indígenas também foram vítimas desse processo. A escravidão indígena foi abolida oficialmente pelo Marquês do Pombal, no final do século XVIII. Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura – com destaque para a atividade açucareira e na mineração, sendo, assim, essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos. A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, constituindo a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente.
Africanos e descendentes como senhores de escravo

No Brasil, a participação de africanos e seus descendentes como agentes ativos do sistema escravista também foi crucial. Em determinados momentos da História brasileira era comum que, após conseguirem a liberdade, ex-escravos adquirissem um ou vários escravos. Isso se fez notar especialmente em Minas Gerais no século XVIII. A sociedade mineira era essencialmente urbana e isso proporcionava uma grande oportunidade de ascensão social para as pessoas, inclusive escravos. A extração do ouro enriqueceu a região e agitava a economia. Sapateiros, ferreiros, alfaiates, tecelões e chapeleiros conseguiam enriquecer. Mulheres escravas vendiam doces e refeições para os mineradores a mando de seu senhor e muitas vezes conseguiam comprar sua liberdade com o dinheiro que sobrava. A carta de alforria na época custava 150 mil réis, equivalente ao preço de uma casa simples. Também era comum que senhores estipulassem em seu testamento que seus escravos deveriam ser libertos após a sua morte. A participação de negros entre a população livre brasileira e entre os senhores de escravos era notável.

O estudo do processo de escravidão dos povos africanos é essencial para que se compreenda a situação atual de desigualdade no planeta. Revela uma longa história de exploração e subjugação de populações fragilizadas por outras, mais equipadas. Demonstra também que a desestruturação econômica e cultural tem efeitos desastrosos de longa duração.

Do ponto de vista econômico, a escravidão foi uma forma eficiente de acumulação primitiva. No que diz respeito às pessoas, foi uma violência irreparável, que pressupõe, dentre outros fatores, a existência de povos muito pobres, mão de obra excedente que possa ser explorada em benefício de uma minoria. Assim, parte do atual contexto socio econômico da África de miséria e exclusão é consequência de fatos passados.A escravatura foi determinante na conformação das sociedades brasileira e africana. Na África, a exploração da mão de obra escrava, primeiro pelos árabes e depois pelos europeus, provocou uma desestruturação de enormes proporções. No Brasil, criou uma situação social em que as oportunidades ao alcance dos afrodescendentes eram e, infelizmente, por vezes ainda são diferentes do que as oferecidas aos eurodescendentes e aos originários da Ásia. Nesse movimento, muitos dos povos africanos perderam sua cultura, sua liberdade, suas riquezas.



O trabalho forçado atualmente é uma escravidão moderna que inclui todas as formas de escravidão, nos envergonha e nos deixa apreensivos como sociedade, e isto ocorre infelizmente há muitos anos. A imposição do trabalho forçado se prepara como uma tática: as pessoas são contratadas quase sempre por terceiros que os colocam em uma fazenda onde não têm contato com o mundo exterior. Ali trabalham no máximo três meses, geralmente sem que se cumpram as promessas que lhes fizeram, e quando querem viajar para outra região não podem porque todo o alimento que lhe foi servido e o teto sob o qual dormiram lhes são cobrados um preço alto. Desta maneira, o patrão apresenta uma dívida que o trabalhador deve pagar. A pessoa perde de fato e de direito sua liberdade e quando consegue sair é sem nenhum direito. Isto ocorre geralmente com pessoas que deixam suas famílias esperando, e trabalham sem que lhes seja respeitado nenhum direito trabalhista, sem contrato assinado e por isso é um delito difícil de provar. Estima-se que na atualidade há no Brasil milhares de trabalhadores submetidos ao trabalho escravo. Este problema sempre vem acompanhado ao da violência no campo .Constantemente estamos exposto à violência, especialmente nas “fronteiras” onde se encontram os trabalhadores sem terra e o latifúndio, porque ali sempre se apresenta uma luta pela propriedade da terra. A escravidão contemporânea é diferente da antiga, mas retira a dignidade do ser humano da mesma maneira. No sistema antigo, a propriedade legal era permitida. Hoje, não. Mas era muito mais caro comprar e manter um escravo do que hoje. O custo atual, é quase zero, paga-se apenas o transporte e, no máximo, a dívida que o trabalhador tem em algum comércio. Se o trabalhador fica doente, não tem os cuidados médicos devido ele é abandonado e atraído por outras pessoas. A soma da pobreza generalizada proporcionando mão-de-obra farta - com a impunidade do crime cria condições para que perdurem práticas de escravidão, transformando os trabalhadores em objetos descartáveis. Na escravidão contemporânea, não faz diferença se a pessoa é negra, amarela ou branca. Os escravos são indigentes, sem distinção de cor ou credo. Porém, tanto na escravidão imperial como na do Brasil atual, mantém-se a ordem por meio de ameaças, terror psicológico, coerção física, punições e assassinatos. Atualmente vivenciamos uma escravidão moderna que são escravos: da fome, das drogas do subemprego, do desemprego, do analfabetismo, das dívidas com os nomes no SPC (serviço de proteção ao crédito) serviço utilizado pelos lojistas para consultar o histórico de um determinado cliente. As anotações existentes no SPC são feitas somente por lojas credenciadas. SERASA: empresa que presta serviço aos bancos e outras instituições financeiras (operadoras de cartão de crédito, financeira, etc). Referente a empréstimos,dívidas no cartão.





A Bíblia não aprova a escravidão, procura regular essa atividade com o intuito de proteger o escravo, trazendo um grande avanço em relação as regras escravagistas das nações contemporâneas com a chegada do cristianismo houve um novo paradigma entre mestre e escravo é apresentado igualando livres e escravos. Escravidão no novo Testamento I coríntios 7: 21-23 Escravos que se tornaram cristãos devem procurar se libertar. Efésios 6: 5-9 instruções para o agir de escravos e mestres. Colossenses 4: 1 Mestres devem tratar seus escravos com justiça. I Pedro 2: 18-21 Escravos devem se sujeitar a seus mestres por causa de Cristo. A escravidão da era moderna está baseada num forte preconceito racial e social segundo o qual o grupo étnico ao qual pertence o comerciante é considerado superior, embora já na Antiguidade as diferenças raciais fossem bastante exaltadas entre os povos escravizadores, principalmente quando havia fortes disparidades fenotípicas (características físicas de uma pessoa). Na antiguidade também foi comum a escravidão de povos conquistados em guerras entre nações. Enquanto modo de produção, a escravidão assenta na exploração do trabalho forçado da mão-de-obra escrava. Os senhores alimentam os seus escravos e apropriam-se do produto restante do trabalho destes.



Por Francisco Pinheiro de Maria