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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Crônica: Saudades eternas a quem amamos


Saudades, essa é a palavra que ecoa neste dia de finados dentro de nossos corações e em nossas mentes. Um momento para nós homenagearmos aqueles que fizeram parte de nossa vida, de nossa história. Neste dia especial que toda sociedade brasileira se reúne para visitar a última morada terrestre dos nossos entes queridos, queremos expressar nossa homenagem a todos em saudosa memória, em nome da minha eterna e inesquecível mãe, MARINETE ALVES DA SILVA ARAÚJO.

Na sua infinita sabedoria, Deus, nos deu o fôlego da vida. E ao nascermos recebemos dele a graça de nascer, crescer, multiplicar e depois retornar ao pó, matéria pela qual fomos formados. Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, mas por desobediência do nosso primeiro pai, Adão, que pecou, nós também recebemos a semente que nos faz envelhecer, e neste sentido, herdamos a estrutura de homem mortal, isto é, um dia temos que deixar este corpo e ser sepultado.

Sentimos saudades, como já disse antes, dos nossos amigos, dos nossos familiares. Não tem como não sentir saudade de um pai ou de uma mãe, aqueles que dedicaram sua vida inteira, derramaram lágrimas, suaram para pôr o pão na mesa, sofreu conosco quando estávamos doente ou triste, se alegrou conosco quando estávamos com saúde e feliz. Impossível não se lembrar de seus gestos, seus abraços, suas palavras de apoio ou advertência. “Eu me lembro do conforto que era o colo da minha mãe. Eu me lembro da oração pedindo pra Deus me ajudar. O alimento tão suado e tão pouquinho. Eu me lembro, minha mãe se escondia pra chorar.” Sua partida deixou em nosso coração uma lacuna, mas preencheu um lugar lá no céu.

Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós. Portanto, cada dia que vivemos aqui na terra nos aproxima ainda mais da eternidade. Obrigado, é a palavra que escolhemos para concluir este pensamento. Obrigado pelo afeto recebido, pelo exemplo dado, pela correção que nos fez enxergar o caminho certo, enfim, agradecemos por cada dia ao nosso lado, pelas lágrimas derramadas por nós, pelas noites de sono perdidos por nós, e principalmente pelo amor sem preconceito, sem limites a cada um de nós.
“Vinde benditos de meu pai, entrai na mansão celestial, pois tive fome, e deste-me de comer; tive fome e deste-me de beber...”

Por George Araújo
Em 1 de novembro de 2013

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