SLIDES - EEMAS

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

O Natal, e os diferentes caminhos para Visitar o Rei da Glória

Todos os anos, em 25 de dezembro a maior parte do Ocidente interrompe seus hábitos para comemorar o acontecimento relatado em Mateus 2.1-3,9-12,Lucas 2.8–16.À primeira vista, é mais um nascimento entre bilhões de outras crianças. Mas há algo que faz dele um evento especial, que, de um lado, desperta o interesse de sábios do oriente e a ira de Herodes e, de outro, faz com que anjos desçam do céu e a glória de Deus envolva pastores de ovelhas. A vida daquele recém-nascido seria o evento mais importante da História humana, e o modo como ele é anunciado e recebido nas duas situações mencionadas tem muito a nos dizer.
                                      A visita dos Reis magos
Os Reis magos interpretaram a estrela como sendo a do novo rei dos judeus ligaram a profecia de Balaão (Números 24:17) e a de (Daniel 9:24) e Deus atendeu ao seu anseio de ver o seu cumprimento dando-lhes a visão do aparecimento de uma estrela, com características diferentes entre todas as conhecidas no universo. Eles foram a Jerusalém para adorar o novo rei, que sabiam ser o Messias de Deus. Um acontecimento sagrado como o nascimento do Deus-menino foi registrado na Bíblia e anunciado, a sábios do oriente que procuravam sabedoria na astrologia Porque os magos representaram o homem universal, na condição humana: com medo da morte e sentindo-nos devedores para com um ser maior, um Deus, que nos fez existir.Durante séculos, a mitologia sonhou a seu modo com o ato de Deus fazer-se humano. superfortes que se transformavam em verdadeiros ídolos.O reformador da Igreja João Calvino,disse“o coração humano é uma fábrica de ídolos”.O método astrológico daqueles magos não estava correto .Os astros celestes são criações de Deus, não guias da nossa vida. Mas Deus é tão misericordioso que, para levar os magos até a Verdade, usou elementos da cultura e da religião deles. Em seu estado original, todo ser humano é como eles: fica preso a mitos e utopias.Mas Deus é tão misericordioso que fala conosco nesses mitos e utopias. Ele conhece os nossos pensamentos, e realizou o mais alto do que poderíamos imaginar. Salmo 139. 2,23.Ele conhece os nossos pensamentos antes mesmo que eles nos cheguem à boca. E acontece, que Deus não tem obrigação de revelá-los, já que, sendo Deus, Ele basta a Si mesmo.Os pensamentos dele não são como os nossos. Em Isaías, 55:9 assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.Deus não tem o que questionar, pois tudo conhece; Seus pensamentos são Ele mesmo. porque Ele basta a Si mesmo, é autossuficiente, não tem necessidade alguma. “Deus revelou Seus pensamentos” equivale a dizer “Deus se revelou”. Então, quando dizemos que precisamos conhecer os pensamentos de Deus, queremos dizer que precisamos conhecer o próprio Deus. E só poderíamos conhecê-lo se Ele livremente se revelasse. Por amor Ele se revelou no Menino Jesus.Que noite feliz aquela em que foi oferecido descanso para a humanidade .Na realização desse sonho os reismagos estiveram presentes, testemunhando o acontecimento que mudaria a história humana e que daria origem à celebração do Natal que hoje nós celebramos. A História humana é dividida em antes e depois de Cristo: o nascimento dele foi o ponto máximo da nossa existência. Assim como a estrela guiou aqueles magos até Jesus,a celebração do Natal guie os habitantes da terra  até Jesus e quando encontrar adore, e dê-lhe presentes, reconheça que o Menino que nasceu em Belém é sacerdote, profeta e rei. Não foi somente nas colinas da Judéia, nem apenas entre os humildes pastores, que os anjos encontraram os que se achavam vigilantes pela vinda do Messias. Na terra dos gentios havia os que esperavampor Ele eram homens sábios, ricos e nobres filósofos do Oriente. Estudiosos da Natureza, haviam os magos visto a Deus em Sua obra. Pelas Escrituras hebraicas tinham aprendido acerca da Estrela que deveria surgir de Jacó, e com ardente desejo esperavam a vinda daquele que seria não somente a "Consolação de Israel" (Lucas. 2:25), mas uma "luz para iluminar as nações" (Lucas. 2:32), e "salvação até aos confins da Terra".Atos 13:47.Os sábios. haviam estudado as profecias e sabiam que estava próximo o tempo em que Cristo deveria vir.Achavam-se ansiosamente aguardando um sinal deste grande evento, para que pudessem encontrar-se entre os primeiros a dar as boas-vindas ao Rei celestial e adorá lo. Não se preocupe com Herodes, que procura matar Jesus, mude  o caminho como os magos mudaram, faça  o Natal, essa festa do nascimento do Deus-homem, celebração do cumprimento dos sonhos que acompanham a humanidade pelos séculos! Isso incomodará quem tenta deturpar o sentido do Natal assim como Herodes e toda a Jerusalém ficaram perturbados quando os magos disseram: “Vimos a estrela do recém-nascido rei dos judeus no oriente e viemos adorá-lo”. Neste Natal celebramos o fatohistórico de que Deus se fez homem e andou entre nós, portanto a humanidade não precisa mais sonhar porque a Verdade veio até nós.“Aqueles que andavam em trevas viram uma grande luz”. Alegrem-se os povos por isso! Nenhuma mitologia poderia ser tão otimista!Anjos de Deus, com a aparência de uma estrela, conduziram os sábios em sua missão de procura a Jesus. Estes vieram com presentes e ofertas de incenso, ouro e mirra, para entregar sua oferenda ao menino Rei predito pela profecia.

A anunciação do nascimento de Jesus aos pastores
Os anjos passaram por alto as escolas dos profetas, e os palácios dos reis e apareceram a humildes pastores que à noite guardavam seus rebanhos nas colinas de Belém. O nascimento do Rei chegou. Um acontecimento importante como o nascimento do Deus-homem foi anunciado, e registrado na Bíblia, a pastores de ovelhas que faziam o seu trabalho monótono e ordinário, num lugar pouco movimentado. Porque foi para eles que Jesus nasceu. Depois de ficarem aterrorizados, o anjo lhes disse: “Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, para todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador”. Não foi preciso estrela para anunciar Cristo, mas anjos. O público era composto por judeus fieis pastores de ovelhas.Que viviam na esperança da vinda do Messias, e reconheceram que Jesus nasceu para eles (e para aqueles que viriam a ter a mesma fé).Esse anula os falsos sentidos para o Natal. Assim como, no nascimento de Jesus, Deus se revelou voluntariamente, Ainda mais importante: compartilhe espontaneamente Jesus, o presente voluntário que Deus nos deu, e que conosco está todos os dias, não só no Natal. Jesus nasceu para morrer por nós. Nossa garantia é a ressurreição de Jesus.E, assim, no Natal e na Páscoa, em dezembro e em abril, todo o ano, toda a vida, devemos nos regozijar no presente voluntário que Deus nos deu: “Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, o governo está sobre sua responsabilidade. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.Que grande alegria foi para aqueles pastores ouvir, em seu trabalho monótono e ordinário, a grande notícia de que Deus se fez homem! Que grande alegria deve ser para nós, também, ouvir que as nossas vidas monótonas, a nossa história ordinária, as nossas rotinas receberam a visita do Deus Altíssimo! Deus não enviou anjos para bradar o mundo inteiro que o Messias havia nascido.Quando Jesus nasceu Belém estava dormindo. Deus comunicou o nascimento a pastores de ovelhas. Ele a comunica especificamente a cada um de nós. Ainda que todo o restante do mundo esteja dormindo, cada um de nós pode ouvir o anjo de Deus trazendo a boa nova do nascimento. Que grande alegria é saber que não estamos sozinhos, que há sentido no que fazemos, que alguém nos criou e salvou! Como faz diferença tomar conta de rebanhos em campos pacatos – uma atividade tão inexpressiva, tão banal, tão insignificante – ouvindo dos céus um coral de anjos que diz: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais Ele concede o seu favor”!  Como é bom saber que, nós existimos porque Deus quer, e Ele quis também se revelar, nascendo como um de nós!E surpreendente é o sinal que o anjo dá aos pastores de que eles terão encontrado o Salvador do mundo: Ele estaria envolto em panos e deitado numa manjedoura. Deus, o Eterno, o Todo-poderoso, o Autor da vida, que tudo sabe e que está em todos os lugares, nasceu como um bebê, lá em Belém, numa manjedoura! Ele não nasceu numa metrópole, nem num berço de ouro: Ele nasceu no lugar onde os animais se alimentam. Ele veio como o mais rejeitado entre nós,Como profetizou Isaías:53,3“Ele não tinha parecer, nem formosura.Foi um homem de dores e experimentado no sofrimento. Nós não o tínhamos em estima”. Se os pastores de ovelhas pareciam insignificantes, o menino Jesus parecia ainda mais. Agora mesmo, essa é a mensagem que o Natal nos anuncia: “Deus visitou o Seu povo, e sofreu mais do que qualquer serhumano. Paz na terra aos homens por Ele amado”! Mas Jesus era uma notícia extraordinária para ficar confinada à escuridão e ao silêncio do estábulo. Eis que irrompe na noite um canto novo, jamais escutado, envolto numa luz nova que corta as trevas. Os pastores recebem um presente: o anúncio de uma grande alegria para todo o povo, o nascimento de um Salvador, que é o Messias Senhor. Os primeiros a receber a notícia e a correr para verem o Menino, foram os pastores que estavam de vigia, que guardavam os rebanhos.Gente simples na presença do Deus simples. Jesus é um presente de Deus para todos, sobretudo para os pobres, os simples, os fracos, os que não têm vez nem voz. Nascido entre pastores,é Ele o grande Pastor dos homens.Os anjos dirigiram-se apressadamente para verem o que tinha acontecido. A razão mais profunda: a alegria da promessa cumprida, o desejo de verem o Messias, o espanto de serem os primeiros a conhecê-lo. Não há nada que mereça mais pressa, do que o desejo de encontrar Jesus, presente de Deus para todos. Naquela noite, como agora.Mesmo depois de ser dada a conhecer aos pastores, a notícia era extraordinária para ficar reservada a um país e a um povo pequeno como o de Israel.

O caminho percorrido pelos anjos e a adoração
Compreendeu-se no Céu que chegara o tempo para o advento de Cristo ao mundo, e os anjos deixaram a glória para testemunhar a Sua recepção por parte daqueles a quem viera abençoar e salvar. Haviam presenciado a Sua glória no Céu, e agora esperavam que Ele fosse recebido com honras e de acordo com Seu caráter e dignidade de Sua missão.O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor”(Lucas 2.10,11).Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lucas 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios.O Natal foi planejado na eternidade. Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou sandálias iguais as nossas. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro,Palavra grega significando propriamente bastão curto, que é uma insígnia de reis, de governadores e doutras pessoas de autoridade (Genesis 49.10 – Números 24.17 – is14.5).mas usou um cinzel instrumento manual que tem numa extremidade uma lâmina de metal resistente. para entalhar, esculpir, cortar materiais duros(madeira, ferro, pedra) com auxílio de um martelo; abridor.Em uma carpintaria.Mateus 13.55 e em Marcos 6.3, fala acerca da profissão de José, o pai humano de Jesus e também a profissão que o  Senhor  Jesus  exercia antes de iniciar o seu ministério. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo.O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal.Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, os pastores e os anjos ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.
                                        
O Menino Jesus
A sabedoria humana, expressa nas mitologias, e a promessa divina, expressa na Torá Bíblia dos judeus, convergiram, não para uma idéia abstrata, mas, como disse outro reformador da Igreja, Martinho Lutero, “o ponto exato, concreto, palpável, real de Jesus Cristo. Deus não precisou deixar de ser Deus para se revelar, nem transformar um homem em Deus para isso. Ele próprio, que desde sempre existe, tomou a forma humana e nasceu lá em Belém”.Deus não está longe, Ele é Emanuel: Deus conosco. Tendo se encarnado, como o apóstolo Paulo explica, o paradigma, a referência, o modelo de ser humano deixa de ser Adão, que pecou e morreu,(Rm 6:23 para ser Jesus, que é perfeito e vive.Enquanto Adão foi feito à imagem de Deus, Cristo é “a imagem do Deus invisível” (Colossenses 1:15).Assim como por Adão vieram o pecado e a morte,Romanos 5.12-21.
 por Jesus vieram a salvação e a vida.Deus veio até nós através de uma criança que nada pode fazer além de ficar deitado, olhando, emitindo sons. Deus espontaneamente fez-se homem e submeteu-se à necessidade de ser alimentado, trocado e ensinado a falar. Tudo isso para que nós tivéssemos vida em abundância.E nascimento, morte e ressurreição se entrelaçam na vida de Jesus de modo que, ao olhar seja para a criança na manjedoura,ou para o adolescente que ensinava os doutores da lei, seja para o adulto que foi  crucificado, nós vemos o Deus que nasceu, morreu e ressuscitou. Nós vemos a verdade de que não estamos mais condenados à morte, pois o Deus vivo nos visitou. Não é mais verdade que todos os homens que não estão sobre a terra estão debaixo da terra dentro de caixões. Não é mais verdade que todos os nossos semelhantes foram derrotados pela morte, e que ninguém sobrou para contar história. Deus se fez como um de nós, venceu a morte e até hoje vive, sendo a nossa esperança de vida eterna! Independente do modo como os magos ou os pastores receberam a notícia do nascimento de Cristo e reagiram a ela, o mais importante é que todos eles, ao seguirem às orientações que receberam, encontraram Jesus. Atualmente, quando se está na época do Natal fala-se muito em paz, mas quase nada em Jesus Cristo. Epreciso afirmar: não existe paz sem Jesus. Ele é o Príncipe da Paz. O Natal não é um mero pedido de paz, é a revelação do próprio Deus, que, na Pessoa do Filho, é o Príncipe da Paz. “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”.O Natal não pode ser visto como um mero símbolo, uma mera parábola, só mais uma mitologia. Ele só é importante se aconteceu de verdade.Estaríamos perdendo tempo se acreditássemos no “espírito natalino” sem acreditar que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo na virgem Maria. Não faria sentido incentivarmos uns aos outros a sermos amorosos,humildes e sacrificiais se Deus não tivesse realmente vindo até nós como homem.Nós podemos e devemos amar, ser humildes e nos sacrificarmos uns pelos outros justamente porque foram essas as atitudes de Deus para conosco. Não dá para sustentar essas virtudes apagando Deus do discurso. Imagine o mundo sem Cristo! Continuaríamos escravos das mitologias fabricadas por corações idólatras, perdidos, procurando a salvação nas próprias obras, e jamais a encontrando. É porque Jesus nasceu, e morreu, e ressuscitou, que temos salvação, essa graça, esse presente imerecido, que deve ser a inspiração para qualquer outro presente. Se o Natal é um mero símbolo, o Natal não é nada. Mas cremos que ele é a memória do nascimento da própria Vida. Os sinos que tocam no Natal, anunciam que os sonhos humanos tornaram-se verdade. Datas comemorativas são estabelecidas para manter a memória de acontecimentos importantes.O nascimento de Jesus é importante, e historicamente real, mais do que o suficiente para merecer um lugar no calendário. E, por mais que devamos nos lembrar de Sua vida todos os dias, uma data específica para isso é uma boa oportunidade para nos lembrarmos com maiores detalhes. Também é um efeito da nossa condição humana esquecermos o que é importante se não formos repetidamente lembrados. Hoje nos lembramos da infinita importância que há no nascimento de Jesus. O escritor,Christendom in Dublin,disse“a história de Belém é simples o bastante para ser compreendida pelos pastores, e quase pelas ovelhas”.Essa é a mensagem simples e transformadora que temos a compartilhar, e com a qual os magose os pastores devem se alegrar: um menino nasceu em Belém.Jesus, um presente de Deus para todos.

Entenda o significado dos enfeites que simbolizam a época natalina

Quando se aproxima o Natal, ruas, casas e lojas se enchem de luzes. As crianças amam essa festa de cores e símbolos e os adultos entram também nesse clima mágico que é o Natal. Muita gente se confunde sobre a data certa para montar a árvore, mas o dia correto, é 30 de novembro, o significado dos enfeites de Natal e a sua origem como surgiu a tradição de colocar uma estrela no alto da árvore ou de pendurar as meias na lareira, confira a seguinte lista com significados dos símbolos de Natal..

AS CORES DO NATAL
As cores que representam o Natal são o vermelho e verde. O Vermelho simboliza o sacrifício do salvador da humanidade. Verde é a cor do pinheiro, que representa a luz e a vida eterna.

AS ESTRELAS
A estrela representa os três Reis Magos guiados por ela. Simboliza o anúncio do nascimento de Jesus, o seu brilho é a esperança da humanidade, é o brilho eterno nos corações. Ela deve ficar no topo da árvore.
                    
OS SINOS
Os Sinos são para anunciar o nascimento de Cristo. É o som do Natal, pois ao ouvir os sinos nos lembramos do Papai Noel, das renas e da infância cercada de sonhos e encantos.
AS VELAS
As Velas significam fé para os cristãos, acender velas lembra que Jesus é a luz do mundo. A Luz do caminho do amor universal.

AS GUIRLANDAS
As Guirlandas eram usadas para dar boas vindas aos visitantes. Representam o circulo da vida, abundância e prosperidade.

AS MEIAS
Diz a lenda que três meninas pobres que estavam na extrema necessidade de dinheiro para comprar os seus dotes de casamento, haviam colocado suas meias penduradas para secar pelo fogo de uma lareira. São Nicolau ficou sabendo de suas necessidades, e deixou umas moedas de ouro em cada meia.

A ÁRVORE
Todos os povos usaram a árvore como um símbolo forte em suas tradições. Na idade média, alemães e escandinavos colocavam os pinheiros dentro de casa ou na porta para mostrar esperança na próxima Primavera .Lendas dizem que Martin Luther começou a tradição de decorar árvores para comemorar Natal. Em 1900, uma em cada cinco famílias americanas tinha uma árvore de Natal, e 20 anos mais tarde, o costume era quase universal.

O ANJO
Representa o Anjo Gabriel, o anjo da anunciação foi o responsável por levar a mensagem do nascimento de Jesus a Maria.

BOLAS COLORIDAS
As bolas simbolizam os frutos da árvore da vida, representam os talentos, os dons, o amor, o perdão e a esperança.

O PRESÉPIO
Representa a simplicidade do nascimento e mostra a chegada de Jesus Cristo.

OS PRESENTES
Simbolizam os presentes que os Reis Magos levaram para o menino Jesus e se tornou um dos momentos mais marcantes e esperados do Natal.

AS BENGALAS
Simbolizam as bengalas usadas pelos pastores que foram visitar Jesus Cristo no seu nascimento.

AS LUZES
Representam a chegada da nova era.

Por Francisco Pinheiro de Maria
Professor formado em pedagogia pela UFRN

Um comentário: